“Com Maria, a Senhora do Desterro: escolhidos e enviados em missão”.

Amados devotos da Senhora do Desterro, alegria e paz!

Anualmente, no mês de agosto, temos a alegria de celebrar a nossa Santa Padroeira, invocada na Catedral, cidade e Diocese de Jundiaí, com o título de Nossa Senhora do Desterro.

Na Novena e Festa da Padroeira deste ano, refletimos o seguinte: Com Maria, a Senhora do Desterro: escolhidos e enviados em missão!” Pensamos neste tema, porque no mês de outubro de 2019, teremos a alegria de viver o Mês Extraordinário Missionário instituído pelo Papa Francisco.

Acreditamos que, tendo refletido este tema, foi possível proporcionar aos devotos da Senhora do Desterro a oportunidade de reassumirmos a nossa condição de “batizados e enviados para sermos a Igreja de Cristo em missão no mundo”.

Quando falamos que se faz necessário ser uma Igreja missionária, podemos ter, como exemplo, o sim da Virgem, que, ao receber o anúncio do anjo Gabriel (cf. Lc 1,26-38), abandona-se nas mãos de Deus, e imediatamente vai como missionária ao encontro de sua prima Isabel (cf. Lc 1,39-56).

Assim como Maria, no encontro inesperado com Isabel, pôde levar o Cristo a João Batista que ainda se encontrava no ventre de sua mãe, acreditamos que cada devoto da Senhora do Desterro também pôde viver e celebrar a Novena e Festa deste ano, convictos de terem sido escolhidos por Deus, e que Ele continua a nos enviar para sermos Sua presença amiga na vida de tantos que anseiam redescobrir a alegria de ser discípulo missionário de Jesus.

 A presença dos padres e dos bispos nas celebrações eucarísticas, ao longo da Novena, proporcionou aos fiéis de nossa Igreja Catedral uma certeza: estamos vivendo novos tempos! 

Em cada homilia, foi possível reviver a Epifania da Trindade em nossas vidas, da mesma maneira que a Sagrada Família de Nazaré (cf. Mt 3,13-15,19-23), a qual, mesmo diante das duras penas do exílio, quando aparentemente tudo estivesse perdido, acolheu os carinhos de Deus.

 Esta foi a finalidade da Festa da Padroeira: que todos os devotos da Virgem pudessem descobrir e redescobrir a identidade de missionários recebida no Batismo, mas sem se esquecer do primeiro chamado que nos foi feito: sermos amigos de Jesus, isto é, seus discípulos, e que, na oração, na comunhão eclesial, jamais se deixa de viver a atmosfera do céu.

Esta deve ser sempre a eclesiologia que deve nos motivar a celebrar a nossa Santa Padroeira: uma vez “batizados e enviados para sermos a Igreja de Cristo em missão no mundo”,temos como exemplo Maria, a Senhora do Desterro, que mesmo no exílio não deixou de confiar em Deus.

Que possamos, diante dos exílios de nossas vidas, confiar n’Aquele que venceu o exílio e que nos faz vencedores.          

No Espírito de Jesus.

Pe. Márcio Felipe Cura da Catedral  

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